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Alimentos Processados

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O contato com o alimento na sua forma natural  é super importante para a saúde – e disso todo mundo sabe. Mas não dá pra abrir mão dos industrializados.

O segredo está em saber o que se comer e não comprar gato por lebre.

Muito se fala sobre os produtos industrializados/processados e seus malefícios – e essa relação é real. Alguns devem ser evitados enquanto outros podem ajudar no dia a dia. O segredo é como e quanto comer. Eu acharia maravilhoso poder produzir minha própria barrinha de cereais ou fabricar o meu próprio pão em casa, mas isso está fora da minha realidade atual – e garanto que da grande maioria também. Em contrapartida, alguns industrializados foram excluídos da minha rotina e deram lugar a preparações muito mais saudáveis: não sei qual foi a última vez que usei um caldo de legumes pronto e me habituei tanto ao sabor do ‘meu’ iogurte, que quando tomo algum aromatizado não consigo achar tão gostoso.

Existe uma grande diferença entre os produtos e seus processamentos. In natura: obtidos diretamente de plantas e animais | Minimamente processados: são alimentos in natura que, antes de sua aquisição, foram submetidos a alterações mínimas. | Processados:  Produtos fabricados essencialmente com a adição de sal ou açúcar a um alimento | Ultraprocessado: a fabricação envolve várias etapas, técnicas de processamento e ingredientes

Os alimentos ultraprocessados, de uma maneira geral, têm uma quantidade maior de calorias, açúcares, gorduras (principalmente trans) e uma quantidade menor de fibras e proteínas. E esse (ou qualquer outro) excesso é um problema. Os processados tem uma maior quantidade de sal e açúcar – e na medida do possível, conseguimos incluir na nossa alimentação e os alimentos minimamente processados e in natura, devem ser a maior parte do consumo.

Veja o exemplo do tomate, tomate em lata e o molho de tomate pronto.

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Já os alimentos que compramos com a promessa de saúde (sem colesterol, light, diet, sem glúten, sem lactose) devem ser escolhidos com muita atenção. Muita gente compra vários alimentos atrás dessas promessas e acabam exagerando no consumo – isso não traz saúde. A base da nossa alimentação deve ser de alimentos in natura, com pouquíssimos alimentos ultraprocessados e alimentos minimamente processados para complementar a alimentação.

Costumo dizer que nosso lixo tem que ter cheio de lixo, e não ser cheio de caixas e embalagens – conhecemos nossa saúde pelo lixo que produzimos. Perceba na sua casa como é essa relação e ela te dirá muito sobre sua saúde!

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