Saia Justa mineirinho vai ao ar hoje e você não pode perder!

A gravação do Saia Justa aconteceu ontem em Belo Horizonte, no Teatro Bradesco e eu tive o privilégio de assistir. Sou fã de carteirinha do programa e acompanho desde muito tempo. Por isso, ver pessoas que eu admiro tanto o trabalho, falando bem aqui na minha cidade sobre nossas mineirices, foi lindo!

O Saia Justa Por aí, é um projeto itinerante do canal GNT e já foi para algumas capitais do Brasil. Na edição de BH, Astrid Fontenelle, Mônica Martelli, Taís Araújo e Pitty  receberam no sofá a atriz Debora Falabella e as cantoras Paula Fernandes e Fernanda Takai, que levaram seu olhar mineiro à conversa. Teve debate sobre o jeito mineiro de ser, nosso sotaque, sobre nossa tradição artística e cultural e claro, gastronomia. Todas as saias e convidadas vestiam roupas de estilistas e marcas mineiras. 

Como se não bastasse as 4 saias + Barbara Gancia – que estava na plateia e também participa do programa com o quadro “Invasões Barbaras“, mais o time de artistas mineiras falando sobre nossa cultura, a plateia também estava especial. Cris Guerra, arrancando gargalhadas quando fala sobre relacionamentos, Lu Ferreira – do Blog Chata de Galocha que gravou uma participação para o canal do Youtube do GNT ao lado do seu parceiro e chef, Gui Poulaine, Aline Calixto, nossa querida cantora que arrasa nos palcos e com o Bloco da Calixto no carnaval de BH e ainda o pai de Deborah Falabella, que comentou sobre nosso jeitinho meineiro de ser. 

Tem mais? Tem.

Barbara Gancia foi até Inhotim – o Maior Museu a Céu aberto do mundo e Ronaldo Fraga foi até o Birosca s2, para entrevistar a Chef Bruna Martins que contou sobre seu trabalho e o restaurante.

O programa está incrível e ja anota na agenda, porque você precisa assistir! 

O episódio especial #SaiaJustaEmBeloHorizonte será exibido no dia 9/8,
no canal GNT, às 21h30. Reprise: quinta às 11:30 e às 15:30 | sexta às 3h|
sábado às 8h e às 16:30.
 

 

2 Comentários
  1. A semelhança de mineiros e japoneses eu vi na área técnica, pois tem muito japonês na Usiminas, e a forma e jeito de trabalhar são semelhantes. Já convivi com vários japoneses que falaram sobre esta identidade. Ambos levam a sério o trabalho e se dedicam muito.

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Hugo Sasdelli

BH Dicas

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